No que estou trabalhando agora?

    Essa #NowPage existe para contar rapidamente em quais projetos estou trabalhando agora. Para saber mais sobre mim, siga esse link. // atualização 11/2018.

    Coluna fixa na Hysteria

    Caio Fernando Abreu, surubas em São Paulo, a marcha #EleNao, jornalismo musical e outros assuntos já passaram pela coluna, que é quinzenal, na mais bacana plataforma de conteúdo feito por mulheres no Brasil. A mais recente (07/11/2018) é sobre a produção de podcasts no Brasil.

    [leia aqui]

    Mas Você Vai Sozinha? podcast

    Começou meio quieto e já está no quinto episódio. É um papo semanal, sempre às quintas-feiras, sobre viagem e tudo que há ao redor dela: literatura, música, nerdices pop, dicas de destinos e organizações e afins. O episódio dessa semana (08/11) é com a escritora e viajante Lívia Aguiar, que contou sobre sua volta ao mundo que durou dez meses. Acompanhe por aqui ou no Spotify.

    Mas Você Vai Sozinha? podcast

    Perfect Strangers para Facebook

    Projeto para o Creative Shop do Facebook Brasil em parceria com o fotógrafo Fernando Schlaepfer. A intenção era nos unirmos para responder à pergunta “como ser turista na sua própria cidade” — um assunto que amo, visto o tanto que escrevo e registro São Paulo por aí. O resultado ainda está sendo finalizado e deve entrar no ar em fins de novembro. Enquanto isso você pode acompanhar no meu Stories.

    Gaía Passarelli

    Novembro: oficina de narrativas de viagem

    A OITAVA (!) edição do meu curso para escrever mais/melhor sobre suas próprias viagens acontece a partir de 12 de novembro. Informacões nesse link.

    Para inspirar aqui vão três exemplos de textos de participantes: uma carta de amor para Buenos Aires por Thais Martinho, uma aventura em São Tomé e Príncipe por Kathrin Lazo e essa saga por uma Europa com teto aéreo fechado por Renato Salles.

    Oficina de Criação de Contos de Viagem com Gaía Passarelli
    Coisas que você precisa para escrever um conto de viagem: lembranças, histórias e, de preferência, ter viajado. Café ou chá ajudam.

    Guia do Bixiga para ChickenOrPasta

    Flanar, na definição de dicionário, é “andar ociosamente, sem rumo nem sentido certo; flanear, flainar, perambular.” São Paulo é uma cidade fantástica pra flanar. Ainda mais em tempos como os de hoje, em que tanto da cidade está sendo redescoberto. A cidade em constante transformação oferece informação, diversão, experiências para quem quiser. Basta saber o que olhar. Pegue o Bixiga como exemplo. O bairro é um dos mais representativos da comunidade italiana na cidade, mas tem uma história que precede a chegada dos imigrantes europeus que segue viva ainda hoje.

    Começa assim…

    O Bixiga oficial completou 140 anos em outubro de 2018. Mas, como quase tudo quando se fala da ocupação do solo em São Paulo, é difícil definir quando exatamente o Bixiga começa. A data comemorativa oficial é 01 de outubro quando, em 1878, foi inaugurado o loteamento do bairro. Na ocasião, que contou com a presença do Imperador Dom Pedro II, houve a colocação da pedra fundamental onde hoje está o cruzamento das ruas Major Diogo e Santo Antônio, para marcar a construção de um hospital (que nunca aconteceu).

    [continua aqui]

    Escadaria do Bixiga por Gaía Passarelli
    Escadaria do Bixiga num domingo qualquer

    Crônica: Onde Você Estava Quando o Brasil Perdeu de 7×1?

    Eu estava na Ilha de Páscoa, o que é sempre legal para começar uma conversa. No geral as pessoas sabem nada sobre a ilha. Conhecem de livros ou do Instagram as estátuas de cabeças gigantes chamadas moai mas não sabem, por exemplo, que a Ilha de Páscoa fica no meio do caminho entre a costa do Chile e a Polinésia e é uma das ilhas habitadas mais isoladas do mundo. Que a cultura/etnia/língua local chama rapanui. Que durante muito tempo a ilha foi propriedade de uma companhia européia que criava ovelhas e por isso há muros de pedra escoceses num cenário de ilha do Oceano Pacífico. Que as pedras usadas para fazer os murinhos foram arrancadas dos altares dos moai e muito da historia rapanui foi perdida por essa falta de cuidado do homem branco. Não sabem que a comida da ilha é sopa de mariscos e empanada de atum nem que os moai (pasme!) tem corpo ou que alguns estão no fundo do mar. Não sabem que em julho a ilha fica vazia de turistas. (continua)


    Junho/2018

    Entrevista Naomi Wolf na Marie Claire de junho

    Aproveitando o gancho do relançamento de “O Mito da Beleza” no Brasil (pela Rosa dos Tentos) conversei com a Naomi Wolf, escritora e jornalista, autora de sete best sellers do NYT, sobre o atual estado do feminismo no mundo. Já está nas bancas.