Não consigo mais viver sem fazer essas limpas sistemáticas. É terapêutico me livrar do peso do que tá sem uso. Fiquei curiosa com o livro da Donna Tartt. Pus na minha lista interminável de intenções. Tô lendo um livro meio nada a ver com o que eu costumo ler, da Ilana Casoy - Arquivo Serial Killers: made in Brazil. Nem preciso dizer que é muito pesadão. Uma coisa é serial killer da ficção (Dexter <3), outra é ler sobre os reais. De qualquer forma, tem uma parte interessante sobre a questão dos manicômios judiciários, hoje, hospitais de custódia. A outra é a constatação - triste - da autora, mediante uma pesquisa extensa e detalhada, de que a maioria (não todos) dos assassinatos seriais brasileiros foram crianças com um histórico de negligência, abusos e violência absurdos, impensáveis : ( Zero apego, vou passar adiante esse livro rapidinho! Até porque ele caiu por aqui de paraquedas mesmo. Beijão, Gaía!
Eu li antes de escutar o episódio e achei muito interessante que o texto fica diferente. Quando nós lemos o viés é mais nosso, e ao ouvir a conversa se aproxima mais de quem está contando a história. Sensação minha, foi interessante.
vc pegou que tem pequenas diferenças? elas aparecem naturalmente quando tô narrando e comecei a achar melhor deixar assim do que lutar pra focar idêntico, sabe?
Primeira newsletter recebida e amando cada linha 💜
Estou lendo Torto arado e me encantando com um mundo tão diferente do meu, mas tão próximo geograficamente. Acho que é esse encanto que nos faz acumuladoras de livros 📚
Gaía, a Dona Tarrt é a escritora d'O Pintassilgo, né? Este livro marcou minha vida pq estava lendo ele qdo minha mãe morreu... nunca vou esquecer. É um livro que tenho certo apego emocional. Vou comprar esse novo dela. Beijo.
Não consigo mais viver sem fazer essas limpas sistemáticas. É terapêutico me livrar do peso do que tá sem uso. Fiquei curiosa com o livro da Donna Tartt. Pus na minha lista interminável de intenções. Tô lendo um livro meio nada a ver com o que eu costumo ler, da Ilana Casoy - Arquivo Serial Killers: made in Brazil. Nem preciso dizer que é muito pesadão. Uma coisa é serial killer da ficção (Dexter <3), outra é ler sobre os reais. De qualquer forma, tem uma parte interessante sobre a questão dos manicômios judiciários, hoje, hospitais de custódia. A outra é a constatação - triste - da autora, mediante uma pesquisa extensa e detalhada, de que a maioria (não todos) dos assassinatos seriais brasileiros foram crianças com um histórico de negligência, abusos e violência absurdos, impensáveis : ( Zero apego, vou passar adiante esse livro rapidinho! Até porque ele caiu por aqui de paraquedas mesmo. Beijão, Gaía!
uma leitura gostosinha né? rs. esse da tart é o primeiro dela, tô no meio mas gostando bem.
Eu li antes de escutar o episódio e achei muito interessante que o texto fica diferente. Quando nós lemos o viés é mais nosso, e ao ouvir a conversa se aproxima mais de quem está contando a história. Sensação minha, foi interessante.
vc pegou que tem pequenas diferenças? elas aparecem naturalmente quando tô narrando e comecei a achar melhor deixar assim do que lutar pra focar idêntico, sabe?
Sim. Fica melhor, mais fluido e adaptado ao formato.
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Estou lendo Torto arado e me encantando com um mundo tão diferente do meu, mas tão próximo geograficamente. Acho que é esse encanto que nos faz acumuladoras de livros 📚
Gaía, a Dona Tarrt é a escritora d'O Pintassilgo, né? Este livro marcou minha vida pq estava lendo ele qdo minha mãe morreu... nunca vou esquecer. É um livro que tenho certo apego emocional. Vou comprar esse novo dela. Beijo.
Sim, é ela mesma. Esse é o primeiro romance dela, antes do Pintassilgo!