Tá Todo Mundo Tentando | Gaía Passarelli

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Tá Todo Mundo Tentando: ser uma marca

E se você não sabe: melhor evitar.

Feb 06, 2026
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Oi,

Na edição de ontem do Guia Pauliceia, a Lina Andreosi fez uma seleção linda de casas de shows da cidade, do Cine Joia ao Mamãe Bar, passando por inferninho, galpão e salão de baile. Tá se preparando para passar o Carnaval em SP? Ainda melhor, porque todos os espaços indicados tem programação especial no feriado. Corre lá e aproveita que tá sem paywall pra ajudar a espalhar!

A edição de hoje tem uma divagação ensaística sobre não conseguir (não querer?) ser uma marca pessoal, como a exigência de coerência esvazia contradição e resulta num baita cansaço. Tem também dica de newsletter com boas playlists e a história por trás da capa de “Heroes”, do Bowie.

É só vir de scroll.

(Não) ser uma marca

Nem sei quantas vezes amigas (”amigas”?) vieram sugerir como arrumar meu feed de Instagram: “você precisa definir uma paleta de cores,” “posta mais Stories,” “faz Reels.” Ou, pior, “você tem que ter tiktok!” Já tentei. Tentei de novo, errei, errei melhor, continuei sem sucesso. Mas o que é sucesso, né? Não deve ser algo que se basta num feed de aplicativo.

Quando fui VJ, circa 2011, eu me constrangia com essa coisa difícil de tangibilizar que é a fama. Convivi demais na vida com artista mambembe e com os delírios de grandeza alheios, daí essa ideia do que significa alguém ser famoso, ou se considerar famoso, ganhou algo de vergonhoso. Famosa é a Angélica, quem é famosinho na cena é no máximo conhecido. E mesmo assim: passa.

Tá aí o cerne de algum conflito: como criar algo perene, algo que se sustente quando o momentinho ser conhecido passa?

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